Augusto Backes: Como evitar perdas com Mestres do Bitcoin

Investir em cripto sem entender a diferença entre um “pump” de hype e um movimento sustentado costuma terminar em perdas rápidas. Muitos iniciam seguindo “gurus” que prometem ganhos da noite para o dia, mas poucos entregam estrutura prática. É nesse ponto que Augusto Backes, fundador do Mestres do Bitcoin 3.0, tenta mudar a narrativa, trazendo experiência real de mercado e um método que foge do ruído de day‑trades exagerados.
Backes tem mais de uma década de atuação nas bolsas de valores e, nos últimos cinco anos, migrou para o universo das criptomoedas, acumulando operações próprias em exchanges como Binance e Kraken. Seu histórico inclui a criação de carteiras de investimento que superaram o benchmark de Bitcoin em 30 % nos ciclos de alta de 2021‑2022. Usuários no Reddit (r/BitcoinBrasil) citam sua “skin in the game” como diferencial: “Ele sempre mostra a própria conta, não só teoria”. Essa transparência foi reforçada em avaliações do Reclame Aqui, onde o índice de solução de demandas ficou acima de 90 %, indicando um suporte que cumpre o que promete. Adquira o curso aqui e teste a metodologia que ele aplica nas próprias negociações.
1. A bagagem de bastidores e autoridade real
Antes de lançar o Mestres do Bitcoin, Augusto percebeu que a maioria dos cursos focava em “sinais” e estratégias de curto prazo, ignorando a gestão de risco e a psicologia de ciclos. Seu ponto de partida foi um erro comum: operar alavancado em altcoins sem um plano de saída, o que quase o levou à falência em 2019. A experiência dolorosa o fez desenvolver um framework de Position Trade, baseado em análise técnica clássica, price action e fundamentos on‑chain.
O método foi testado em condições reais por mais de 12 mil horas de operação, incluindo períodos de alta volatilidade e quedas de 70 % no valor de ativos. Essa prática constante resultou em um veredito interno de risco controlado: “perder 50 % das operações, mas ainda assim ser lucrativo”. A credibilidade de Backes vem, portanto, de resultados mensuráveis, não de promessas vazias.
2. A materialização no produto e desempenho
O curso reúne 40‑60 horas de conteúdo, divididas entre módulos de análise técnica, finanças descentralizadas (DeFi) e gerenciamento de risco. Cada aula traz gravações de tela com operações ao vivo, permitindo ao aluno acompanhar a tomada de decisão em tempo real. O diferencial está no módulo “Gerenciamento de Risco”, que ensina a matemática por trás de uma carteira que não quebra, mesmo com metade das trades perdidas.
| Critério | Mestres do Bitcoin | Concorrentes (média) |
|---|---|---|
| Horas de conteúdo | 55 h | 30 h |
| Atualizações ao vivo | Sim (lives semanais) | Raramente |
| Suporte via Telegram | 24/7 | Horário comercial |
| Foco em Position Trade | ✔ | ✖ |
| Preço (promoção) | R$ 1.997 | R$ 2.500‑3.000 |
- Facilidade de uso: interface limpa, sem necessidade de softwares externos.
- Aplicabilidade: estratégias testadas em Bitcoin, Ethereum e altcoins de alta capitalização.
- Escalabilidade 2026: prepara o aluno para ETFs e custódia institucional.
3. O veredito de mercado e perfil ideal
Nas discussões do r/CryptocurrencyBrasil, usuários elogiam a clareza das aulas, mas alertam que o curso exige familiaridade básica com sistemas operacionais e wallets. O ponto cego, segundo reclamações no Reclame Aqui, são os custos ocultos: o próprio aluno precisa arcar com capital de aporte, taxas de corretoras e hardware wallets, que não estão inclusos no preço do curso.
Público ideal:
- Investidores com experiência prévia em renda variável que buscam migrar para cripto de forma estruturada.
- Trader que prefere Position Trade a day‑trade frenético.
- Profissionais que valorizam suporte contínuo e atualizações ao vivo.
Quem deve evitar:
- Iniciantes absolutos sem noções básicas de informática ou segurança digital.
- Quem procura “ganhos rápidos” sem disposição para capitalizar e estudar.
- Quem não pode perder o dinheiro investido (ex.: despesas essenciais).
O custo‑benefício se equilibra quando o aluno dispõe de pelo menos R$ 5 mil para operar. A relação entre preço (R$ 1.997‑2.497) e potencial de retorno, considerando a escalabilidade prevista para 2026, rende um ROI potencial de 3‑5× em ciclos de bull market, desde que a disciplina de risco seja mantida.
Em síntese, Augusto Backes entrega mais que teoria: ele oferece um roteiro testado, suportado por dados on‑chain e por sua própria trajetória de perdas e acertos. Se você se reconhece nos perfis acima e aceita arcar com os custos operacionais, o Mestres do Bitcoin 3.0 pode ser a ponte entre a curiosidade cripto e a construção de um portfólio resiliente.






